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	<title>Arquivos exhibition design - m-cau</title>
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	<description>graphic designer, architect and researcher</description>
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		<title>naturezas desviantes giselle beiguelman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 17:09:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Identidade visual e sinalização para a exposição Naturezas Desviantes, de Giselle Beiguelman, no MARGS. A mostra reuniu três produções desenvolvidas nos últimos cinco anos, cada uma abordando relações entre botânica, colonialidade e tecnologias digitais: Botannica Tirannica que reinventa, com inteligência artificial, nomes de plantas marcados por estigmas (como Maria-sem-vergonha, Olho-de-mouro e Judeu-errante) criando o “jardim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Identidade visual e sinalização para a exposição Naturezas Desviantes, de Giselle Beiguelman, no MARGS. A mostra reuniu três produções desenvolvidas nos últimos cinco anos, cada uma abordando relações entre botânica, colonialidade e tecnologias digitais: <strong data-start="385" data-end="408">Botannica Tirannica </strong>que reinventa, com inteligência artificial, nomes de plantas marcados por estigmas (como Maria-sem-vergonha, Olho-de-mouro e Judeu-errante) criando o “jardim da resiliência”. <strong data-start="587" data-end="621">Venenosas, Nocivas e Suspeitas</strong> que resgata plantas proibidas ou apagadas pelo processo colonial, narrando suas memórias a partir de mulheres invisibilizadas pela arte e pela ciência, e <strong data-start="786" data-end="806">Beleza Corrosiva</strong> que discute o impacto ambiental das tecnologias digitais com um vídeo gerado por inteligência artificial e um processo colaborativo de doação de lixo eletrônico, posteriormente destinado a cooperativas de reciclagem. A exposição teve curadoria de Eder Chiodetto.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []"><em>Visual identity and signage for the exhibition Naturezas Desviantes, by Giselle Beiguelman, at MARGS. The show brought together three projects developed over the past five years, each addressing relationships between botany, coloniality and digital technologies: Botannica Tirannica, which reinvents, with artificial intelligence, names of plants marked by stigmas (such as Maria-sem-vergonha, Olho-de-mouro and Judeu-errante), creating the “garden of resilience”. Venenosas, Nocivas e Suspeitas, which recovers plants prohibited or erased by the colonial process, narrating their memories through women made invisible by art and science, and Beleza Corrosiva, which discusses the environmental impact of digital technologies with a video generated by artificial intelligence and a collaborative process of donating electronic waste, later sent to recycling cooperatives. The exhibition was curated by Eder Chiodetto.</em></p>
<p data-pm-slice="1 1 []">Identidade e comunicação <em>visual identity and signage:</em>  Maria Cau Levy, Paulina Ahumada, Beatriz Fiel<br />
Projeto gráfico e diagramação catálogo g<em>raphic design and catalog layout:</em> Maria Cau Levy e Beatriz Fiel<br />
Expografia <em>exhibition design:</em> Eduardo Saorin [Urbanauta] e Helena Cavalheiro<br />
Direção de produção <em>production direction: </em>Giuliana Neuman Farias<br />
Coordenação executiva e<em>xecutive coordination:</em> Eleonora Joris<br />
Produção executiva e<em>xecutive production:</em> Chana Manica e Gabi Franco<br />
Editora Afluente</p>
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		<title>maxwell alexandre novo poder: passabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exhibition design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto gráfico e sinalização para exposição individual do artista Maxwell Alexandre no Sesc Paulista. &#8216;Novo poder: passabilidade&#8217; faz parte da série &#8216;Novo Poder&#8217;, trata-se da itinerância em São Paulo do primeiro Pavilhão de Maxwell Alexandre, que foi no bairro de São Cristóvão no Rio de Janeiro. * 2024 Prêmio APCA de Melhor Exposição Nacional Graphic [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto gráfico e sinalização para exposição individual do artista Maxwell Alexandre no Sesc Paulista. &#8216;Novo poder: passabilidade&#8217; faz parte da série &#8216;Novo Poder&#8217;, trata-se da itinerância em São Paulo do primeiro Pavilhão de Maxwell Alexandre, que foi no bairro de São Cristóvão no<br />
Rio de Janeiro.<br />
* 2024 Prêmio APCA de Melhor Exposição Nacional</p>
<p><em>Graphic design and signage for Maxwell Alexandre&#8217;s Solo Exhibition held at SESC Paulista. </em><em>&#8216;Novo Poder: Passabilidade&#8217; is part of the &#8216;Novo Poder&#8217; series and marks the São Paulo leg of Maxwell Alexandre&#8217;s first Pavilion, which originally took place in the São Cristóvão neighborhood of Rio de Janeiro.<br />
* 2024 APCA Award of Best National Exhibition<br />
</em></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3920" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px-400x500.jpg" alt="" width="400" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px-400x500.jpg 400w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px-819x1024.jpg 819w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px-768x960.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px.jpg 1080w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /> <img decoding="async" class="size-medium wp-image-3921 alignright" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px2-400x500.jpg" alt="" width="400" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px2-400x500.jpg 400w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px2-819x1024.jpg 819w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px2-768x960.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2024/09/Site_MAXWELL_1080x1350px2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>projeto gráfico e sinalização <em>visual identity and signage</em>: Maria Cau Levy<br />
assistente de design <em>design assistant</em>: Flora Millanez, Gabriela Boaventura, Giovana Tak<br />
projeto expográfico <em>exhibition design</em>: Maxwell Alexandre, Lucas Tolezano<br />
produção <em>production: </em>Bernardo Bazani, Isadhora Müller, Larissa Amorim, Monna Carneiro<br />
fotos <em>photos</em>: Marcelo Mudou</p>
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		<title>venenosas, nocivas e suspeitas giselle beiguelman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 23:29:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Identidade visual e expografia da exposição Venenosas, Nocivas e Suspeitas de Giselle Beiguelman, realizada na Galeria de Fotos da Fiesp, São Paulo. A artista explora a conexão entre plantas historicamente estigmatizadas e mulheres apagadas da história da ciência e da arte. Utilizando inteligência artificial para criar imagens, a artista revisita a era pré-fotográfica, homenageando ilustradoras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identidade visual e expografia da exposição Venenosas, Nocivas e Suspeitas de Giselle Beiguelman, realizada na Galeria de Fotos da Fiesp, São Paulo. A artista explora a conexão entre plantas historicamente estigmatizadas e mulheres apagadas da história da ciência e da arte. Utilizando inteligência artificial para criar imagens, a artista revisita a era pré-fotográfica, homenageando ilustradoras botânicas e questionando preconceitos que persistem até hoje. A mostra, com curadoria de Eder Chiodetto, reúne cerca de 30 obras que mesclam realidade e ficção, refletindo sobre colonialismo, misoginia e o uso simbólico das plantas ao longo da história​.</p>
<p>O projeto, tanto de expografia quanto de identidade visual, se baseou no conceito central da mostra, inspirado em um livro secreto, associado ao imaginário de bruxas e ao misticismo. A estética predominante no projeto utiliza preto e tons escuros, criando uma atmosfera imersiva que dialoga com o tema das plantas e figuras femininas marginalizadas ao longo da história. Buscamos continuidade na narrativa visual já estabelecida na exposição anterior da artista, &#8220;Botannica Tirannica&#8221;, que também desenvolvemos, mas com uma identidade própria que enfatizasse a singularidade de cada projeto.</p>
<div class="single__content">
<p>identidade visual <em>visual identity:</em> Maria Cau Levy<span class="texteditor-inline-color"><span class="texteditor-inline-fontfamily"><br />
</span></span>expografia <em>exhibition design: </em>Maria Cau Levy e Paulina Olguín<br />
Assitencia <em>assistance: Giovana Tak</em><br />
fotos <em>photos</em>: Paula Monroy</p>
</div>
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		<title>botannica tirannica sesc taubaté</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2023 20:15:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Itinerância da exposição Botannica Tirannica da artista Giselle Beiguelman, com curadoria de Aline Ambrósio, no Sesc Taubaté. Aqui o post da primeira edição no Museu Judaico de São Paulo: identidade visual visual identity: Maria Cau Levy sinalização signage: Maria Cau Levy, Flora Milanez, Daniel Rama expografia exhibition design: Helena Cavalheiro, Amanda Klajner [21.09.23-25.02.24]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Itinerância da exposição Botannica Tirannica da artista Giselle Beiguelman, com curadoria de Aline Ambrósio, no Sesc Taubaté. Aqui o post da primeira edição no Museu Judaico de São Paulo:</p>
<p><a href="https://m-cau.com/botannica-tirannica/" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2702" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-500x333.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-1024x683.jpg 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-450x300.jpg 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-768x512.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2-1536x1024.jpg 1536w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/botannica_site2.jpg 1800w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>identidade visual <em>visual identity: </em>Maria Cau Levy<br />
sinalização <em>signage: </em>Maria Cau Levy, <span class="texteditor-inline-color"><span class="texteditor-inline-fontfamily">Flora Milanez, Daniel Rama<br />
</span></span>expografia <em>exhibition design: </em>Helena Cavalheiro, Amanda Klajner</p>
<p>[21.09.23-25.02.24]</p>
</div>
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		<item>
		<title>botannica tirannica giselle beiguelman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 23:48:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2023 Bronze at Latin American Design Awards complete book category Identidade visual e sinalização da exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman. O projeto consistiu no desenvolvimento em conjunto com a artista, curadoria e expografia a concepção de uma instalação para melhor tradução da pesquisa homônima de Beiguelman. O projeto foi desenvolvido entre janeiro e junho de 2022 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2023 Bronze at <strong><a href="https://awards.latinamericandesign.org/ganadores-profesionales-2022/" target="_blank" rel="noopener">Latin American Design Awards</a> </strong>complete book category</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Identidade visual e sinalização da exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman. O projeto consistiu no desenvolvimento em conjunto com a artista, curadoria e expografia a concepção de uma instalação para melhor tradução da pesquisa homônima de Beiguelman. O projeto foi desenvolvido entre janeiro e junho de 2022 e teve lugar no Museu Judaico de São Paulo. </span><span style="font-weight: 400;">A pesquisa da artista realiza o cruzamento entre botânica, colonialismo e inteligência artificial. Giselle aborda a taxonomia científica como integrante do projeto colonial, que reforça preconceitos de raça, gênero e identidade cultural. A partir dessa posição estabelece a relação com a inteligência artificial como nova forma de colonialismo na contemporaneidade. </span><span style="font-weight: 400;">O projeto teve como principais desafios a abordagem e tradução espacial e gráfica de temas delicados, estabelecendo diálogos entre a linguagem tradicional do clássico museu de ciências e a linguagem digital, ambas inseridas em um contexto crítico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto de identidade visual teve como premissa estabelecer um diálogo entre uma linguagem sólida e estabelecida &#8211; a linguagem botânica &#8211; com uma linguagem digital contemporânea. Apesar de contrastantes, ambas linguagens se encontram em Botannica Tirannica como pano de fundo para uma crítica estrutural à taxonomia científica e sua linguagem que reforça as estruturas de poder. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Optamos pela escolha de cores contrastantes, o verde neon e o verde militar, adquirindo um caráter sério, ao mesmo tempo que atual. Em paralelo com as duas cores, temos também a utilização do mdf ultra, por sua resistência a água e também por sua materialidade compondo um terceiro elemento na composição, e tirando o binarismo das cores e texturas. As tipografias escolhidas também foram três, assim temos a Baskerville, fonte de 1757, assim como uma fonte contemporânea monoespaçada remetendo a linguagem de código, e uma terceira fonte contemporânea mais humanista com um pouco de leveza, auxiliando na construção de um futuro dentro da denúncia que a exposição aponta. </span></p>
<p><em>The visual identity of the exhibition Botannica Tirannica aimed to establish a critical dialogue between the language of natural science museums and digital language. In order to create unity between the different temporalities (classic and contemporary) and universes (real and virtual), Maria Cau Levy explored contrasting colors, such as neon green and military green, and typefaces created at different points in history: Baskerville, a typographic family from 1757 that alludes to the earliest beginnings of printing; NB Typewriter, a monospaced font family created in 2012 that alludes to the language of digital coding; and GT Walsheim, from 2010, with smooth rounded geometry, a sign of another future, different from the one denounced by the exhibition.</em></p>
<p>identidade visual e sinalização <em>visual identity and signage</em>: Maria Cau Levy<br />
assistente de design <em>design assistant</em>: Karime Zaher<br />
projeto expográfico <em>exhibition design</em>: Helena Cavalheiro<br />
projeto de luz<em> lighting design</em>: Fernanda Carvalho<br />
jardim <em>garden</em>: Bruno Araújo</p>
<p>Catálogo <em>Catalog</em></p>
<p>Como desdobramento da exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman no Museu Judaico em São Paulo foi realizado o catálogo com direção editorial de Patrícia Mourão. <span style="font-weight: 400;">O projeto do catálogo de Botannica Tirannica se debruçou na tradução visual de uma pesquisa que aborda temas delicados e ao mesmo tempo absolutamente presentes em nosso cotidiano. Procuramos tirar partido desses aspectos ao estabelecer um diálogo entre a linguagem clássica do museu de ciências e a linguagem digital, ambas inseridas em um contexto crítico. As palavras que percorreram nosso imaginário foram: estranheza, inteligência artificial, resiliência, laboratório, processo, sistematização, ironia e crítica. Apesar de contrastantes os aspectos temporais (clássico x contemporâneo) e de linguagem (real x virtual), estes se encontram em Botannica Tirannica como pano de fundo para uma crítica estrutural à taxonomia científica e sua linguagem que reforça as estruturas de poder. P</span><span style="font-weight: 400;">osto isso, optamos pela escolha de cores e materialidades contrastantes. O verde neon, como cor especial, as tipografias escolhidas também foram três, assim temos a Baskerville, fonte de 1757, assim como a NB Typerwriter (2012), uma fonte contemporânea monoespaçada remetendo a linguagem de código, e uma terceira fonte GT Walsheim (2010) que por meio de sua geometria arredondada e suavidade traz desafogo, auxiliando na construção de um futuro dentro da denúncia que a exposição assinala. O catálogo se apresenta como uma peça de arquivo, sendo sua lateral um jogo informativo para auxiliar nesse mergulho taxonômico.</span></p>
<p><em>As an extension of Giselle Beiguelman&#8217;s Botannica Tirannica exhibition at the Jewish Museum in São Paulo, a catalog was produced under the editorial direction of Patrícia Mourão. The catalog project for Botannica Tirannica focused on visually translating research that explores both sensitive and profoundly relevant themes in our daily lives. We aimed to leverage these aspects by creating a dialogue between the classical language of the natural history museum and digital language, both within a critical context. Key concepts guiding our design included: strangeness, artificial intelligence, resilience, laboratory, process, systematization, irony, and critique.</em></p>
<p><em>Despite the contrasting elements of time (classic vs. contemporary) and language (real vs. virtual), these elements converge in Botannica Tirannica to provide a backdrop for a structural critique of scientific taxonomy and its power structures. To reflect this, we chose contrasting colors and materials: neon green as a special color and military green in chromia, offering a solid, serious, yet modern feel. This contrast is also evident in the papers used, namely Eurobulk 150g and Pólen 90g. We selected three typefaces: Baskerville (1757), NB Typewriter (2012), a contemporary monospaced font evoking code language, and GT Walsheim (2010), whose rounded geometry and softness provide relief and assist in constructing a future within the critique presented by the exhibition. The catalog serves as an archival piece, with its spine designed as an informational tool to aid in this taxonomic exploration.</em></p>
<div></div>
<div>design gráfico <em>graphic design: </em>Maria Cau Levy</div>
<div>coordenação editorial <em>editorial coordination: </em>Patrícia Mourão de Andrade</div>
<div>
<p>produção gráfica <em>graphic production</em>: Lilia Góes<br />
tradução <em>translation</em>: Glenn Johnston<br />
preparação e revisão <em>copyediting and proofreading</em>: Armando Olivetti e Richard Sanches<br />
tratamento de imagem <em>photo retouching</em>: Estúdio Guarnieri<br />
impressão <em>printing</em>: Ipsis Gráfica e Editora<br />
papéis <em>papers</em>: Eurobulk 135g, Pólen 90g e Masterblanc 270g</p>
<p>produção <em>production</em>: Mariana Lorenzi e Fernando Gallo (MUJ)<br />
cliente <em>clien</em>t: Museu Judaico de São Paulo<br />
fotos still <em>still photos</em>: Fernando Banzi</p>
</div>
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		<title>exposição lgbt na ditadura</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:32:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A identidade visual da exposição Orgulho e Resistências: LGBT na Ditadura teve como desafio comunicar de modo contemporâneo um tema de extrema relevância para a atualidade, contudo enfatizando o caráter histórico da exposição em questão, que revisita arquivos de cerca de 50 anos atrás. A temática LGBTQ+ possui nos dias de hoje suas cores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A identidade visual da exposição <strong>Orgulho e Resistências: LGBT na Ditadura</strong> teve como desafio comunicar de modo contemporâneo um tema de extrema relevância para a atualidade, contudo enfatizando o caráter histórico da exposição em questão, que revisita arquivos de cerca de 50 anos atrás. A temática LGBTQ+ possui nos dias de hoje suas cores e bandeiras, que já compõem nosso imaginário coletivo. Contudo, esse simbólico, a exemplo das cores do arco-íris, foi produzido em um período posterior ao período retratado. Por isso nos propusemos a revisitar a estética das revistas independentes, da comunicação de massa vista nos panfletos, prensados, nas comunicações dos cinemas, das boates e bares. Nossa escolha pela família DRUK se deu por ser uma fonte expressiva, extensamente utilizada no século XX para comunicação de massa, cartazes, posters, letterings. As cores que vão do grito do vermelho até o gemido do rosa, foram propostas propositalmente por serem cores potentes com pouco contraste entre si. Uma contém a outra, e seu degradê utilizado na maior parede expositiva representa todos os tons dentro dessa paleta. A ideia foi brincar com as nuances de modo a tornar sutil a mudança de uma cor para a outra, e não assumir nenhuma das duas: sejam elas a representação da violência, do prazer, do grito, da repressão, da tensão ou do tesão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Baixe o catálogo aqui</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1765" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.26.58-500x305.png" alt="" width="500" height="305" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.26.58-500x305.png 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.26.58-1024x624.png 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.26.58-768x468.png 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.26.58.png 1323w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1766" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04-500x332.png" alt="" width="500" height="332" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04-500x332.png 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04-1024x679.png 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04-450x300.png 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04-768x509.png 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.04.png 1321w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1767" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15-500x332.png" alt="" width="500" height="332" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15-500x332.png 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15-1024x679.png 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15-450x300.png 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15-768x509.png 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-31-às-18.27.15.png 1322w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>projeto gráfico e comunicação visual:<br />
Maria Cau Levy e André Stefanini (goma oficina)</p>
<p>projeto gráfico catálogo: Maria Cau Levy<br />
diagramação do catálogo: André Stefanini</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p>projeto expográfico – goma oficina<br />
Christian Salmeron<br />
Ana Luiza Davi</p>
<p>fotografia<br />
Marina Lima<br />
Julia Thompson</p>
<p>coordenação Memorial da Resistência SP<br />
Ana Pato</p>
<p>curadoria<br />
Renan Quinalha</p>
<p>co-curadoria e pesquisa<br />
Julia Gumieri<br />
Leonardo Arouca<br />
Marília Bonas</p>
<p>mediação virtual<br />
Casa 1 – Centro de Cultura e Acolhimento LGBT</p>
<p>produção<br />
Angela Gennari (Projetos Culturais – APAC)<br />
Bárbara Rodrigues Tavares (Projetos Culturais – APAC)</p>
<p>tratamento e edição de imagens<br />
Estúdio 321</p>
<p>execução de expografia<br />
Artos Cenotécnica</p>
<p>montagem<br />
Gala Art Installation</p>
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		<title>mostra gife</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 14:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[art direction]]></category>
		<category><![CDATA[exhibition design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identidade visual para Ia Mostra Gife de Inovação Social no CCSP. Para o projeto de sinalização escolhemos o papel reciclável – em placas estreitas para o fácil transporte e adaptabilidade – pensadas para as itinerâncias que aconteceriam pelo país, evitando reimpressão e desperdício de material. A tipografia escolhida foi a Cooper Hewitt, por ser a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identidade visual para Ia Mostra Gife de Inovação Social no CCSP. Para o projeto de sinalização escolhemos o papel reciclável – em placas estreitas para o fácil transporte e adaptabilidade – pensadas para as itinerâncias que aconteceriam pelo país, evitando reimpressão e desperdício de material. A tipografia escolhida foi a Cooper Hewitt, por ser a tipografia já utilizada pela associação. Utilizamos a variação de peso, forte característica da type não explorada na marca GIFE, para trazer dinamicidade e pluralidade. A estampa criada com o número 1 brinca com as espessuras da tipografia e marca a primeira edição da mostra.</p>
<p>design gráfico <b><br />
</b>Maria Cau Levy<br />
André Stefanini</p>
<p>arquitetura<br />
Goma Oficina</p>
<p>coordenação de produção <b><br />
</b>Paula Marujo</p>
<p>curadoria<br />
Paola Caiuby<br />
Erica Sanchez</p>
<p>fotos<br />
Rafaela Netto</p>
<p>vídeo<br />
Central Content</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1621" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683-1-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683-1-500x333.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683-1-450x300.jpg 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683-1-768x512.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683-1.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1622" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683-1-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683-1-500x333.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683-1-450x300.jpg 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683-1-768x512.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2019/09/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683-1.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>vkhutemas: o futuro em construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 13:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[editorial]]></category>
		<category><![CDATA[exhibition design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>identidade visual da exposição ‘vkhutemas: o futuro em construção 1918–2018’, com curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima no Sesc Pompeia. A anti exposição traz a pedagogia da escola soviética de arte, design e arquitetura Vkhutemas como uma possibilidade de futuro. A escola durou nos primeiros anos após revolução, sendo fechada em 1930 por Stálin. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>identidade visual da exposição ‘vkhutemas: o futuro em construção 1918–2018’, com curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima no Sesc Pompeia. A anti exposição traz a pedagogia da escola soviética de arte, design e arquitetura Vkhutemas como uma possibilidade de futuro. A escola durou nos primeiros anos após revolução, sendo fechada em 1930 por Stálin.</p>
<p>Todo do conteúdo da exposição foi reconstruído – maquetes, móveis, cerâmicas, azulejaria, estampas, roupas e brinquedos – como forma de experimentação do próprio processo pedagógico artístico que a escola propunha. A equipe contou com cerca de 30 artistas.</p>
<p>A expografia de Ricardo Amado se apropriou das paredes das oficinas para apoiar estruturas de madeiras com telas metálicas. A partir desse ponto nós desenvolvemos em parceria com o estúdio logos, nossa intervenção. Tudo na exposição foge de um caráter museológico e privilegia a produção – ao invés de originais estáticos e intocáveis  – são expostas as reconstruções e os processos por trás delas. Na parte gráfica, procuramos reforçar esse caráter de ateliê em processo. O conteúdo da exposição é explodido em painéis, presos à tela metálica, temporária, como peças ainda em estudo e não acabadas.</p>
<p>Além da comunicação visual da exposição, desenhamos um livreto com informações complementares e versões ampliadas dos textos.</p>
<p>por<br />
maria cau levy e julio mariutti (estúdio logos)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2030 size-medium" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-403x500.jpg" alt="" width="403" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-403x500.jpg 403w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-826x1024.jpg 826w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-768x952.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-1239x1536.jpg 1239w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282-1652x2048.jpg 1652w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2018/07/tipografia-vkhutemas-scaled-e1624911316282.jpg 1683w" sizes="auto, (max-width: 403px) 100vw, 403px" /><br />
tipografia desenvolvida por maria cau levy e júlio mariutti na proporção 5&#215;3</p>
<p>assistente<br />
ana david e christian salmeron</p>
<p>montagem pompeia<br />
maria cau levy<br />
christian salmeron<br />
victoria braga<br />
ana david</p>
<p>montagem rio preto<br />
christian salmeron<br />
ana david</p>
<p>montagem sorocaba<br />
victoria braga<br />
christian salmeron</p>
<p>foto<br />
lauro rocha</p>
<p>itinerâncias:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="aaM1Q19bO6"><p><a href="https://gomaoficina.com/exposicao/itinerancia-vkhutemas-no-sesc-sorocaba/">itinerância vkhutemas no sesc sorocaba</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;itinerância vkhutemas no sesc sorocaba&#8221; &#8212; goma oficina" src="https://gomaoficina.com/exposicao/itinerancia-vkhutemas-no-sesc-sorocaba/embed/#?secret=aaM1Q19bO6" data-secret="aaM1Q19bO6" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="IKLqfjUDrn"><p><a href="https://gomaoficina.com/arquitetura/seis-maquetes-sovieticas-dos-vkhutemas-agora-no-sesc-rio-preto/">seis maquetes soviéticas dos vkhutemas, agora no sesc rio preto!</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;seis maquetes soviéticas dos vkhutemas, agora no sesc rio preto!&#8221; &#8212; goma oficina" src="https://gomaoficina.com/arquitetura/seis-maquetes-sovieticas-dos-vkhutemas-agora-no-sesc-rio-preto/embed/#?secret=IKLqfjUDrn" data-secret="IKLqfjUDrn" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="7kWOWLnbDB"><p><a href="https://gomaoficina.com/grafico/oficina-de-experimentacao-grafica-sesc-rio-preto/">oficina de experimentação gráfica – sesc rio preto</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;oficina de experimentação gráfica – sesc rio preto&#8221; &#8212; goma oficina" src="https://gomaoficina.com/grafico/oficina-de-experimentacao-grafica-sesc-rio-preto/embed/#?secret=7kWOWLnbDB" data-secret="7kWOWLnbDB" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://m-cau.com/vkhutemas-o-futuro-em-construcao/">vkhutemas: o futuro em construção</a> apareceu primeiro em <a href="https://m-cau.com">m-cau</a>.</p>
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