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	<title>Arquivos artwork - m-cau</title>
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	<description>graphic designer, architect and researcher</description>
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		<title>1+1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 19:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
		<category><![CDATA[pattern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição 1+1 realizada com curadoria Gabriela de Matos. 1-9 novembro de 2024, no Lapa Lapa em São Paulo.  Artista Maria Cau Levy Texto Gabriela de Matos Expografia Paulina Olguín Identidade Visual Christian Proença Produção Amalgama Vídeo MMV Costura Contagie e Francisca da Silva Brito Moldura Arte &#38; Design Cenotécnico Jair Vieira O vídeo-arte tem trilha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Exposição 1+1 realizada com c<span style="font-weight: 400;">uradoria </span><b>Gabriela de Matos. </b><span style="font-weight: 400;">1-9 novembro de 2024, no Lapa Lapa em São Paulo. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Artista </span><b>Maria Cau Levy</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Texto </span><b>Gabriela de Matos<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Expografia </span><b>Paulina Olguín<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Identidade Visual </span><b>Christian Proença<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Produção </span><b>Amalgama<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Vídeo </span><b>MMV<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Costura </span><b>Contagie e Francisca da Silva Brito</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Moldura </span><b>Arte &amp; Design </b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Cenotécnico </span><b>Jair Vieira</b><b><br />
</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vídeo-arte tem trilha de Arthur Decloedt e edição de Renata Miranda, e a vídeo-performance tem vídeo e edição por Amanda Carvalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agradecimentos Gabriel Roemer, Santiago Perlingeiro, Atelie Vivo, Guga Landi, Gabriela Forjaz, Nilson Ferreira, Guilherme Tanaka, Ana Frango Elétrico, Cy Hiroo, Paula Marujo, Thiago Loducca, Bruno Araújo, Beatriz Fiel, Ciro Miguel, Marina Bertoldi, Kanto Iwamura, Flora de Carvalho, Júlio Mariutti, Galpão Comum, Giovana Tak e Cecília Whang.</span></p>
<p>Lista de Obras</p>
<table dir="ltr" style="height: 560px;" border="1" width="459" cellspacing="0" cellpadding="0" data-sheets-root="1" data-sheets-baot="1">
<colgroup>
<col width="385" /></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td>Abstrato 11, 2018. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Abstrato 21, 2019. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>mcdgqss, 2023. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Abstrato 14, 2020. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Abstrato 19, 2019. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Pentatônica 1, 2017. Acrílico sobre algodão. 80&#215;80 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Pentatônica 3, 2025. Acrílico sobre algodão. 80&#215;80 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Pentatônica 2, 2017. Acrílico sobre algodão. 80&#215;80 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Paper 1, 2024. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Paper 2, 2024. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Paper 3, 2024. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Paper 4, 2024. Acrílico sobre algodão. 65&#215;140 cm</td>
</tr>
<tr>
<td>Wood Circulatory Pattern, 2023. vídeo 1920x1080px fullHD. 2&#8242;</td>
</tr>
<tr>
<td>Maria Cau Levy, Kiko Dinucci e Gustavo Infante. Violão Processado, 2023. vídeo-performance 1920x1080px . 26&#8242;</td>
</tr>
<tr>
<td>Guilherme Tanaka. Maquete do Monumento à Terceira Internacional, 2018. tinta sobre madeira. 54x54x65cm</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhar é escolher: marcar, indicar, conceber caminhos para que matéria e experiência se tornem legíveis — um gesto próximo do significado original do latim </span><b><i>disegno</i></b><span style="font-weight: 400;">, ligado a </span><b><i>designare</i></b><span style="font-weight: 400;">: “demarcar”, “indicar”, “conceber”. Em </span><b><i>1+1</i></b><span style="font-weight: 400;">, o olhar de Maria Cau Levy não apenas observa; ele institui padrões — guias para compreender as multidimensões que atravessam corpos, materiais e vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que seria abstração? </span><b><i>Abstrair</i></b><span style="font-weight: 400;">, segundo Pier Vittorio Aureli em seu livro </span><b><i>Architecture and Abstraction</i></b><span style="font-weight: 400;"> (2023), significa tirar algo da totalidade do qual ele faz parte. Neste sentido, a abstração é sempre parte de alguma coisa. Entretanto, não raro, o abstracionismo é historicamente interpretado como uma abordagem fútil, sem fundura e sem compromisso social, ensimesmada. Porém, Peter Halley apresenta uma nova interpretação para tal em seu ensaio </span><b><i>Abstração e Cultura</i></b><span style="font-weight: 400;">(2013), em que diz “</span><b><i>(&#8230;) A abstração é um reflexo de forças históricas e culturais mais amplas.</i></b><span style="font-weight: 400;">”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se comumente entendidos como abstrações, os padrões, costumeiramente lidos como redutores da complexidade das coisas, na prática de Cau o sentido é inverso: o padrão é aquilo que resulta do complexo que é captado por sua percepção poética. Ao acolher variações, diferentes ritmos e imperfeições, suas obras fazem dele uma operação de atenção e cuidado — um modo de devolver profundidade àquilo que é visto como superficial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como comenta a própria artista em conversa de atelier: </span><b><i>“Desenho como exercício poético (&#8230;) O sentido poético da repetição.”</i></b><span style="font-weight: 400;"> Este exercitar poético e humano para o fazer da visualidade, diga-se, tem sua transversalidade justificada ao lembrarmos de que artes visuais, design, arquitetura e música são expressões indeléveis de sua atividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, para além dessa forma transversal de ser, outra característica pede especial menção no modo de Maria Cau Levy operar: o pensar e o fazer, no que constitui seu expediente, são absolutamente inseparáveis. Sobre isto, a presente exposição deixa visível que o desenho, enfim, não é apenas um gesto manual, mas sim resultante de uma atividade conceitual integral que, ao ganhar forma em um estilo, se possibilita transcender.  Também por isso, seu trabalho implode um entendimento persistente no campo das artes visuais e da arquitetura, em que categorias como desenho, projeto e forma foram, muitas vezes, mobilizados para separar o manual do intelectual (Aureli, 2023).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O deslocamento proposto por Cau tem fundamento: enquanto a precisão geométrica e a padronização de elementos foram utilizados para se impor e consolidar formas hierárquicas de organização social (Aureli, 2023), aqui, ao invés de reproduzir a dureza normativa de certos modernismos e pedagogias do rigor, ela introduz a imperfeição como princípio: o padrão deixa de ser grade de exclusão para tornar-se espaço de acolhimento da diferença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao acolher a imperfeição, se integra à natureza das coisas e abre o espaço para o comum. Em </span><b><i>1+1</i></b><span style="font-weight: 400;">, isso se cristaliza: cada padrão não é a variação de um mesmo, mas um continuum que produz diferença — dois que não voltam a um, que são parte de muitos. Ao longo de mais de uma década de prática, seja em sala de aula — democratizando ferramentas de desenho para quem chega—, seja em capas de disco — dando outra dimensão à experiência musical; ou nas séries gráficas e nas investigações materiais recentes, a artista escolhe “olhar por dentro” dos elementos e a partir de dentro de seu repertório interior para poetizar suas formas.</span></p>
<p><strong>por Gabriela de Matos</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-4821" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-408x500.png" alt="" width="408" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-408x500.png 408w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-836x1024.png 836w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-768x940.png 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-1254x1536.png 1254w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2-1672x2048.png 1672w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/12/feed-zap_1x1_2.png 1933w" sizes="(max-width: 408px) 100vw, 408px" /></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p data-start="161" data-end="590">[EN] <strong data-start="161" data-end="186">To look is to choose:</strong> to mark, to indicate, to conceive paths through which matter and experience become legible — a gesture close to the original meaning of the Latin <em data-start="333" data-end="342">disegno</em>, related to <em data-start="355" data-end="366">designare</em>: “to demarcate,” “to indicate,” “to conceive.” In <em data-start="417" data-end="422">1+1</em>, Maria Cau Levy’s gaze does not merely observe; it institutes patterns — guides for apprehending the multidimensional forces that traverse bodies, materials, and life.</p>
<p data-start="592" data-end="1195">But what is abstraction? To abstract, according to Pier Vittorio Aureli in <em data-start="667" data-end="697">Architecture and Abstraction</em> (2023), means to extract something from the totality of which it is a part. In this sense, abstraction is always relational — always part of something. Historically, however, abstraction has often been interpreted as a futile approach, lacking depth and social commitment, inward-looking and self-referential. Peter Halley proposes a different reading in his essay <em data-start="1063" data-end="1088">Abstraction and Culture</em> (2013), in which he states: “(&#8230;) Abstraction is a reflection of broader historical and cultural forces.”</p>
<p data-start="1197" data-end="1666">Although patterns are commonly understood as abstractions — and frequently read as devices that reduce complexity — in Cau’s practice the movement is reversed. The pattern is not what simplifies, but what emerges from complexity as apprehended through her poetic perception. By embracing variations, shifting rhythms, and imperfections, her works turn pattern into an operation of attention and care — a way of restoring depth to what is often dismissed as superficial.</p>
<p data-start="1668" data-end="1999">As the artist herself remarks in an atelier conversation: “Drawing as a poetic exercise (…) the poetic meaning of repetition.” This poetic and profoundly human exercise of visual making finds its transversal justification when we recall that visual arts, design, architecture, and music are inseparable expressions of her practice.</p>
<p data-start="2001" data-end="2674">Beyond this transversal way of being, another characteristic deserves particular attention in Maria Cau Levy’s mode of operation: thinking and making are absolutely inseparable within her working process. The present exhibition makes this explicit by showing that drawing is not merely a manual gesture, but the outcome of an integral conceptual activity which, once materialized as a style, enables transcendence. For this reason, her work destabilizes a persistent understanding within the fields of visual arts and architecture, in which categories such as drawing, project, and form have often been mobilized to separate the manual from the intellectual (Aureli, 2023).</p>
<p data-start="2676" data-end="3144">The displacement proposed by Cau is grounded in history. While geometric precision and standardized elements have been used to impose and consolidate hierarchical forms of social organization (Aureli, 2023), here, rather than reproducing the normative rigidity of certain modernisms and pedagogies of rigor, she introduces imperfection as a principle. The pattern ceases to function as a grid of exclusion and becomes, instead, a space for the inclusion of difference.</p>
<p data-start="3146" data-end="3774">By embracing imperfection, her work aligns itself with the nature of things and opens space for the common. In <em data-start="3257" data-end="3262">1+1</em>, this becomes crystallized: each pattern is not a variation of the same, but a continuum that produces difference — two that do not return to one, but belong to many. Over more than a decade of practice — whether in the classroom, democratizing drawing tools for those who arrive; in album covers, expanding the experience of music; or in graphic series and recent material investigations — the artist chooses to “look from within” the elements, and from within her own inner repertoire, to poetize their forms.</p>
<p data-start="3146" data-end="3774"><strong>by Gabriela de Matos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>pentatônica 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 18:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
		<category><![CDATA[pattern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pentatônica 3 Pentatonic 3 Tinta acrílica em lona de algodão cru Acrylic paint on raw cotton canvas 80x80cm</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Pentatônica 3</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">Pentatonic 3</span></i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tinta acrílica em lona de algodão cru</span><em><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Acrylic paint on raw cotton canvas<br />
</span></em><span style="font-weight: 400;">80x80cm</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>paper 1-4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 21:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
		<category><![CDATA[pattern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série de quatro pinturas feitas a partir da ampliação de papeis japoneses com técnica manual. Realizada para a exposição &#8220;Circulatory Pattern” em Tóquio, 2024. Series of four paintings made from the enlargement of Japanese papers using a manual technique. Made for the exhibition “Circulatory Pattern” in Tokyo, 2024. Exposição &#8220;Circulatory Pattern” na Galeria Garou. Tóquio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Série de quatro pinturas feitas a partir da ampliação de papeis japoneses com técnica manual. Realizada para a exposição &#8220;Circulatory Pattern” em Tóquio, 2024.</span></p>
<p><em>Series of four paintings made from the enlargement of Japanese papers using a manual technique. Made for the exhibition “Circulatory Pattern” in Tokyo, 2024.</em></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-4214" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-500x333.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-1024x683.jpg 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-450x300.jpg 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-768x512.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5-1536x1024.jpg 1536w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2025/04/20250509_Site_CYH5.jpg 1800w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
Exposição <span style="font-weight: 400;">&#8220;Circulatory Pattern” na Galeria Garou. Tóquio, 2024.<br />
<em>Exhibition &#8220;Circulatory Pattern” at Galeria Garou. Tokyo, 2024.</em><br />
</span></p>
<p>–</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Papel 1-4</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">Paper 1-4</span></i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tinta acrílica em lona de algodão cru</span><em><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Acrylic paint on raw cotton canvas<br />
</span></em><span style="font-weight: 400;">65x140cm<br />
</span><em><span style="font-weight: 400;">2024</span></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>violão processado com kiko dinucci e gustavo infante</title>
		<link>https://m-cau.com/violao-processado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=violao-processado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 20:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pattern]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
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		<category><![CDATA[gustavo infante]]></category>
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		<category><![CDATA[kiko dinucci]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A videoarte &#8220;Violão Processado&#8221; foi feita a partir de uma apresentação ao vivo de Gustavo Infante, Kiko Dinucci e Maria Cau Levy realizada no Sesc Campinas. O show é uma experiência musical e visual ao vivo composta no palco. Dinucci e Infante interagem, interferem, manipulam e alteram os sons dos violões um do outro em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A videoarte &#8220;Violão Processado&#8221; foi feita a partir de uma apresentação ao vivo de Gustavo Infante, Kiko Dinucci e Maria Cau Levy realizada no Sesc Campinas. O show é uma experiência musical e visual ao vivo composta no palco. Dinucci e Infante interagem, interferem, manipulam e alteram os sons dos violões um do outro em tempo real, enquanto intervenções visuais de Levy são projetadas. A performance é dividida em duas partes: na primeira, Infante processa o violão de Kiko usando fita magnética, tape loops e pedais de efeito; na segunda parte, Dinucci processa o violão de Gustavo com pedais de efeito. Essa abordagem colaborativa e interativa à música permite que os artistas explorem novas possibilidades sonoras e experimentem diferentes formatos do violão, criando uma performance musical única. A intervenção visual de Cau adiciona uma dimensão estética à apresentação, aprimorando a experiência sensorial do público. A combinação de som e imagem cria uma experiência audiovisual completa, estimulando os sentidos e a imaginação.</p>
<p><em>The videoart &#8220;Violão Processado&#8221; was created from a live performance with Kiko Dinucci and Gustavo Infante held at Sesc Campinas. The show is a live musical and visual experience composed on stage. Dinucci and Infante interact, interfere, manipulate, and alter each other&#8217;s guitar sounds in real time, while visual interventions by Cau Levy are projected. The performance is divided into two parts: in the first, Infante processes Kiko&#8217;s guitar using tape recorders, tape loops, and effect pedals; in the second part, Dinucci processes Gustavo&#8217;s guitar with effect pedals. This collaborative and interactive approach to music allows the artists to explore new sonic possibilities and experiment with different formats of the guitar, creating a unique musical performance. Cau Levy&#8217;s visual intervention adds an aesthetic dimension to the presentation, enhancing the audience&#8217;s sensory experience. The combination of sound and image creates a complete audiovisual experience, stimulating the senses and the imagination.</em></p>
<p>24&#8217;55&#8217;<br />
Campinas, Brasil</p>
<p>intervenção visual <em>visual intervention: </em>Maria Cau Levy<br />
guitarra e processamentos <em>guitar and processing: </em>Kiko Dinucci<br />
guitarra, processamentos e tape <em>guitar, processing and tape:</em> Gustavo Infante<br />
gravação e edição de vídeo <em>video capture and editing</em>: Amanda Carvalho<br />
técnico e mixagem de som <em>sound technician and mixing</em>: Bruno Gago</p>
<p>A primeira performance foi feita em 2020 em São Paulo.<br />
<em>The first performance was done in 2020 in São Paulo.</em></p>
<p><iframe title="Violão Processado - Gustavo Infante, Kiko Dinucci e Maria Cau Levy (Sesc Campinas)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Vm4tuJLXdZI?start=615&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3760" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-500x333.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-1024x683.jpg 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-450x300.jpg 450w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-768x512.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau-1536x1024.jpg 1536w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2023/08/Site_VIOLAO_1800x1200px_caucau.jpg 1800w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
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		<title>abstrato nº15</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 18:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abstrato nº15 Abstract nº15 Tinta acrílica em lona de algodão cru Acrylic paint on raw cotton canvas 65x140cm</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Abstrato nº15</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">Abstract nº15</span></i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tinta acrílica em lona de algodão cru</span><em><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Acrylic paint on raw cotton canvas<br />
</span></em><span style="font-weight: 400;">65x140cm</span></p>
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		<title>sletteløkka collective facade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 21:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oficina de criação coletiva com o centro comunitário Grendehuset na Noruega, no bairro Sletteløkka em Oslo. Junto com Gabriela Forjaz, desenvolvemos o mural da fachada do prédio em conjunto com 35 crianças e adolescentes, em sua maior parte moradores do bairro periférico e vindos de regiões distintas do mundo como paquistão, afeganistão, iraque, somália, chile, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oficina de criação coletiva com o centro comunitário Grendehuset na Noruega, no bairro Sletteløkka em Oslo. Junto com Gabriela Forjaz, desenvolvemos o mural da fachada do prédio em conjunto com 35 crianças e adolescentes, em sua maior parte moradores do bairro periférico e vindos de regiões distintas do mundo como paquistão, afeganistão, iraque, somália, chile, gana entre outros. Mediamos um processo que partia de fotografias do entorno, do olhar das crianças para aquele bairro e com essas imagens desenvolvemos símbolos e signos que traduziam o que eles queriam dizer para a comunidade sobre Sletelloka. Fomos para lá a convite de Alexander Furunes, como parte das ativações do centro comunitário Grendehuset. agradecimentos Maria Batteria, Lars and Mattias Josefsson.</p>
<p><em>A collective creation workshop with the Grendehuset community center in Norway, located in the Sletteløkka neighborhood in Oslo. Together with Gabriela Forjaz, we developed the mural on the building&#8217;s facade in collaboration with 35 children and adolescents, mostly residents of the peripheral neighborhood, coming from diverse regions of the world such as Pakistan, Afghanistan, Iraq, Somalia, Chile, Ghana, among others. We facilitated a process that began with photographs of the surroundings, capturing the children&#8217;s perspective of the neighborhood, and using these images, we developed symbols and signs that conveyed what they wanted to express to the community about Sletteløkka. We were invited by Alexander Furunes as part of the Grendehuset community center&#8217;s activities. Special thanks to Maria Batteria, Lars, and Mattias Josefsson.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2337" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/no-jornal-470x500.png" alt="" width="470" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/no-jornal-470x500.png 470w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/10/no-jornal.png 663w" sizes="auto, (max-width: 470px) 100vw, 470px" /></p>
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		<title>boca de mil dentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 20:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta para o concurso de monumento no Vale do Anhangabaú, lançado para marcar os 100 anos da Semana de 22. Cem anos depois, a comemoração de um episódio contraditório, ocorre lado a lado com uma necessária revisão crítica. Os versos de Pauliceia Desvairada &#8211; lidos por Mário de Andrade no Municipal &#8211; comprovam a íntima [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Proposta para o concurso de monumento no Vale do Anhangabaú, lançado para marcar os 100 anos da Semana de 22. Cem anos depois, a comemoração de um episódio contraditório, ocorre lado a lado com uma necessária revisão crítica. Os versos de Pauliceia Desvairada &#8211; lidos por Mário de Andrade no Municipal &#8211; comprovam a íntima ligação que a Semana estabeleceu com a cidade que a abrigou, esta &#8220;grande boca de mil dentes&#8221;.  Desde então São Paulo, &#8220;meu querido palimpsesto sem valor&#8221;, como anota o poeta em outra passagem, desenvolveu uma sólida vocação cultural que nada deve a outras capitais do mundo. Não seria o caso de atribuir à Semana a origem direta dessa condição presente, mas chamar atenção para o fato de que em grande medida a caleidoscópica cultura urbana da cidade é de uma complexidade inestimável.</p>
<p>Seria um equívoco, portanto, pensar um marco como um monumento em sua forma convencional, como símbolo de poder, de memória cristalizada, ou de embalsamamento. O caráter público, coletivo, difuso e provocador da Semana (e de suas reverberações) conduz a um monumento sem base, aberto à franca interação das pessoas, capaz de assimilar a &#8220;contribuição milionária de todos os erros&#8221; &#8211; espetáculos de dança, peças de teatro, shows, manifestações artísticas, etc.</p>
<p>Imagina-se um prisma em concreto armado de 45 por 45 centímetros de lado por 100 metros de comprimento. Fraciona-se o mesmo em 14 partes, variando a medida entre e 14 e 4 metros. As barras daí decorrentes são, então, dispostas umas sobre as outras, conformando uma obra que se ramifica no terreno, explorando a topografia e pondo em evidência os elementos visuais do entorno (Franz Weissmann). Sua implantação revela dois vértices principais, um que aponta para a Praça das Artes e, outro, para o edifício dos Correios. Atenta-se desse modo para a reconstrução simbólica da esquina entre a avenida São João e a rua Formosa. A obra não alude a nenhyma imagem figurativa, existindo como fato estético, aberta à fruição lúdica (Lygia Clark e Hélio Oiticica). Indica-se pintar o concreto de vermelho e gravar, nos prismas maiores, versos de Pauliceia Desvairada, sublinhando seu caráter de obra concreta, pop-concreta (Augusto de Campos, Rubens Gerchman) &#8211; intenção que parecia já existir como potência naquele fevereiro de 1922.</p>
<p><em>Proposal for the Monument Competition in Vale do Anhangabaú, created to mark the 100th anniversary of the Week of 22 (Semana de 22). This landmark event, held in São Paulo in 1922, was a major cultural movement that introduced modernist ideas to Brazil, significantly impacting literature, art, and architecture. A century later, while celebrating this pivotal event, there is also a need for critical reflection. The verses from Pauliceia Desvairada, read by Mário de Andrade at the Municipal Theater, highlight the deep connection the Week established with the city, described as a &#8220;great mouth with a thousand teeth.&#8221; Since then, São Paulo, referred to by the poet as &#8220;my dear palimpsest of no value,&#8221; has developed a vibrant cultural scene that stands on par with any major global capital. While it&#8217;s not accurate to directly credit the Week with this cultural evolution, it&#8217;s clear that the city’s complex urban culture is of immense value.</em></p>
<p><em>Thus, conceptualizing a monument in the traditional sense—as a symbol of power or a static memorial—would be misguided. The public, collective, and provocative spirit of the Week (and its ongoing impact) calls for a monument without a base, one that encourages interaction and embraces the &#8220;contribution of all errors&#8221; through diverse artistic expressions like dance, theater, and performances.</em></p>
<p><em>The design envisions a 45 by 45 centimeter cross-section reinforced concrete prism, extending 100 meters in length. This prism is segmented into 14 parts, ranging from 14 to 4 meters. The segments are stacked to create a structure that integrates with the terrain, responding to the topography and highlighting the surrounding visual elements (Franz Weissmann). The installation features two main orientations: one directed towards Praça das Artes and the other towards the Post Office building, symbolically reconstructing the intersection of Avenida São João and Rua Formosa. The work does not represent any figurative imagery but exists as an aesthetic entity, open to interactive engagement (Lygia Clark and Hélio Oiticica). It is suggested to paint the concrete red and inscribe verses from Pauliceia Desvairada on the larger segments, emphasizing its role as a concrete, pop-concrete piece (Augusto de Campos, Rubens Gerchman)—a vision that seemed to resonate back in February 1922.</em></p>
<p>autores <em>authors:</em> Alexandre Hector Benoit, Maria Cau Levy, Guilherme Tanaka<br />
projeto técnico <em>technical design: </em>Helena Cavalheiro<br />
produção executiva <em>executive production: </em>Paula Marujo Ibrahim<br />
fotos <em>photos:</em> Marina Schiesari<br />
ilustrações <em>ilustrations:</em> Vitor Araújo</p>
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		<title>pocas kiko dinucci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 03:08:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo infante]]></category>
		<category><![CDATA[kiko dinucci]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pocas]]></category>
		<category><![CDATA[projeção]]></category>
		<category><![CDATA[violao]]></category>
		<category><![CDATA[violão processado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Performance-experimento, padrão em movimento, realizada ao vivo na ocasião da residência POCAS de Kiko Dinucci no centro da terra em maio de 2022. A curadoria é de Alexandre Matias (trabalho sujo), e a segunda noite foi um improviso livre de Kiko no violão com as distorções em fita por Gustavo Infante. As projeções foram realizadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Performance-experimento, padrão em movimento, realizada ao vivo na ocasião da residência POCAS de Kiko Dinucci no centro da terra em maio de 2022. A curadoria é de Alexandre Matias (trabalho sujo), e a segunda noite foi um improviso livre de Kiko no violão com as distorções em fita por Gustavo Infante.</p>
<p>As projeções foram realizadas ao vivo, a partir de objetos em cena, com um celular na mão.</p>
<p>luz <em>lighting:</em> Cristina Souto<br />
assistente <em>assistant:</em> Karime Zaher<br />
agradecimentos <em>acknowledgments:</em> Marcelo Moraes, Patricia Bergantin, Goma Oficina, Galpão Comum, Gina Dinucci</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>abaixo vídeo completo pelos olhos do trabalho sujo:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kiko Dinucci @ Centro da Terra (16.5.2022)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9rIanQwb5Ks?start=867&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2275" src="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/05/Photo-16-05-2022-10-15-34-1-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" srcset="https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/05/Photo-16-05-2022-10-15-34-1-500x500.jpg 500w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/05/Photo-16-05-2022-10-15-34-1-1024x1024.jpg 1024w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/05/Photo-16-05-2022-10-15-34-1-768x768.jpg 768w, https://m-cau.com/wp-content/uploads/2022/05/Photo-16-05-2022-10-15-34-1.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
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		<title>estamparia no ja.ca</title>
		<link>https://m-cau.com/cola-oficina-estamparia-coletiva/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cola-oficina-estamparia-coletiva</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 03:17:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[workshop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oficina de estamparia a partir da provocação do coletivo JACA (Centro de Arte e Tecnologia do Jardim Canadá) em Belo Horizonte. Vários níveis de experimentação foram desenvolvidos e narrativas criadas por meio de recortes e colagens na reutilização de peças existentes do acervo do coletivo. Ao final do curso cada estudante produziu uma bandeira que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oficina de estamparia a partir da provocação do coletivo JACA (Centro de Arte e Tecnologia do Jardim Canadá) em Belo Horizonte. Vários níveis de experimentação foram desenvolvidos e narrativas criadas por meio de recortes e colagens na reutilização de peças existentes do acervo do coletivo. Ao final do curso cada estudante produziu uma bandeira que se transformou em uma bolsa, que gerou uma grande peça que durante 30 dias ficou na janela do espaço no centro de BH. Depois de um mês cada aluno pegou sua bolsa e levou para casa 🙂</p>
<p>Oficina desenvolvida por Maria Cau Levy e Gabriela Cherubini (Ateliê Vivo) em parceria com o JA.CA &#8211; Centro Centro de Arte e Tecnologia.</p>
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		<title>abstrato nº14</title>
		<link>https://m-cau.com/abstrato-no14/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=abstrato-no14</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 19:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artwork]]></category>
		<category><![CDATA[pattern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abstrato nº14 Abstract nº14 Tinta acrílica em lona de algodão cru Acrylic paint on raw cotton canvas 65x140cm</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Abstrato nº14</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">Abstract nº14</span></i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tinta acrílica em lona de algodão cru</span><em><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Acrylic paint on raw cotton canvas<br />
</span></em><span style="font-weight: 400;">65x140cm</span></p>
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